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domingo, 3 de agosto de 2008

Vaidade: Uma discussão entre o Céu e Inferno


Em uma conversa de boteco, o assunto foi discutivelmente a vaidade, que tomou proporções maiores quando não definiram sobre o assunto, simplesmente confundiram entre o teor alcoólico e alguns petiscos e um vinho muito do vagabundo o conceito de vaidade com Super Ego!
Quando uma voz ecoa no meio da galera: “A Vaidade é o pecado que o diabo mais gosta”, fiquei pensando será? E Deus? Onde entra nesta historia toda, afinal a sua criação também foi dotada de vaidade. Criou o mundo em 7 dias, com uma beleza singular. Montanhas, seres vivos, o sol que é totalmente ostentador, céu estrelado, o brilho da lua enfim, de vaidade pra vaidade Deus está saindo vitorioso.
Mas como a questão ainda era a vaidade do homem, daí vi que de fato se vaidade é para ser comparado com o Super ego, então vale lembrar que, conhecimento cognitivo é o conhecimento adquirido através de ensinamentos e não culturalmente, e que propaganda de televisão faz um entendimento semiótico, e não aulas de conhecimento “cognitivo” a propaganda mostra apenas o que ela quer vender e não aquilo que é bom para a vida! Alias nem tudo é bom para vida, bem se vê nas propagandas de margarina que fazem mal para o coração e eles colocam pessoas lindas e felizes correndo na praia! Já perceberam o quanto isso é ridículo? Isto é concepção de signos e significados. Nada a ver com conhecimento e muito menos com vaidade!(até seria, praia e gente feliz e bonita) se fosse definir vaidade seria: Vaidade+ presunção+ afetação= Falsidade!
Hoje em dia é comum comentar sobre a vaidade, até porque isso vem estampada na nossa cara. Quando não esta nos salões de beleza esta nas revistas, um homem muito bem alinhado, cheiroso, malhado é vaidoso, mas porque se preocupa com a sua aparência estética. E as mulheres? Estas nem precisam falar campeãs de bilheteria no quesito vaidade, isso não quer dizer que seja falso, mas sim que quer melhorar a aparência. Como diria uma amiga: “O que Deus não da, a farmácia vende” será que esta minha amiga vai para o céu ou para o inferno? Afinal nunca vi tão vaidosa, já pensei o quanto o inferno vai ficar hiper-lotado, por pessoas que trabalham em centro estético. E o pior os grandes costureiros e sua legião de seguidores, e eu? Gente já pensou como seria triste ter que vestir de cinza e não poder usar aquelas roupas de grife só por causa da vaidade? Já pensou uma mulher sem um batom? (será que teremos que voltar na época da inquisição? Onde tudo era pecado?) sinto muito em informar, mas sou adepto dos vaidosos e levanto a bandeira, a camisa de grife os perfumes os tênis de marca o batom da avon, os Sapatos Francesca Giobbi e tudo mais que possa deixar o ser humano lindo e vaidoso! E atire a primeira pedra quem nunca foi vaidoso, isso não é futilidade, e se for? Atire também quem nunca foi fútil! Nestas horas e que gosto de ver a cara das pessoas que discutem tal assunto! E por falar neles (totalmente vaidosos) assim como eu! É claro!

sábado, 2 de agosto de 2008

Fofoca: O doce sabor de viver em sociedade falando bem ou mal de alguém!


Há quem diga que fazer fofoca é um hábito detestável, mas a verdade é que a maioria nutre uma verdadeira adoração por esse esporte nacional. Sejamos honestos: fofocar nem sempre significa inventar mentiras ou destilar veneno gratuito. Às vezes, é apenas uma forma democrática e acessível de manter a sociedade devidamente informada sobre a vida alheia — claro, sempre com aquela pitada generosa de exagero, afinal, já dizia a minha sábia avó: "Quem conta um conto, aumenta um ponto". No grande teatro da vida, o que não falta é gente disposta a virar espetáculo, além de uma legião de "bocas de Matilde" prontas para dar uma força na divulgação. Convenhamos, a fofoca exige talento; é um dom que poucos exercem com tamanha primazia.Se o seu objetivo é virar notícia, você já sabe exatamente onde ir e que roupa usar. Mas, se a meta for virar o assunto principal do "disse me disse", o segredo é simples: encontre o fofoqueiro de plantão e implore para que ele guarde segredo. É a garantia absoluta de que ele espalhará a novidade antes do anoitecer, e com o bônus de rechear a história com detalhes que você mesmo desconhecia. E existe algo melhor do que ser o centro das atenções? Quem diz que não, claramente não sabe o que está perdendo.Com a era dos paparazzi e dos smartphones, a privacidade virou artigo de luxo. Ninguém mais tem sossego. Gênio mesmo é o Chico Buarque, que supostamente comprou um estoque de cinco camisetas idênticas, do mesmo corte e cor, só para estragar o negócio dos fotógrafos — afinal, toda foto tirada dele parecerá o mesmo dia e a mesma hora. Uma tremenda falta de consideração com o trabalhador do tablóide, seu Chico! Deixe o povo trabalhar, até porque, sendo lindo e um compositor genial, o senhor sempre será o alvo das atenções. Por mais invasivo que seja, quem é fã quer mesmo saber até o que você comeu no café da manhã.Voltando à arte da indiscrição, a fofoca é maravilhosa porque sempre traz aquele gostinho nostálgico de "Vale a Pena Ver de Novo". Tecer comentários sobre a vida alheia é o atestado definitivo de que a vítima está em alta. No fundo, bem lá no fundo, quem gasta o seu tempo falando de nós ou morre de inveja, ou tem o desejo secreto de ser igual a nós. Ou está apaixonado, vai saber. Conheço pessoas tão viciadas no ofício que, antes mesmo de ouvirem o babado, já disparam a pergunta crucial: "Posso espalhar?". Se a resposta for não, elas preferem nem ouvir. São almas generosas, obcecadas em propagar a "boa nova" com uma naturalidade tão desconcertante que as fofocas chegam a parecer pérolas de sabedoria.Portanto, caros fofoqueiros de plantão, quando forem se pendurar na janela, na portaria do prédio ou na esquina, façam o favor de usar um crachá de identificação, bem ao estilo do jornalismo investigativo. Identifiquem-se! Nós adoraríamos contribuir com o roteiro das suas conversas, mas precisamos saber a quem acionar juridicamente ou cobrar uma retratação pública caso o serviço seja malfeito. Já que vão cuidar da vida alheia, façam isso com charme, elegância e responsabilidade profissional. Falar mal é uma arte; ofender e depreciar é apenas falta de criatividade, além de magoar os outros. Sendo assim, vida longa aos fofoqueiros de plantão — o entretenimento da sociedade depende de vocês!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Nostalgia: “Se amar é viver eu vivo porque amo você!”.


Já perceberam o quanto eu estou cafona por estes dias? Acho que isso deve ser a verdadeira síndrome da nostalgia.
Conversando com uma amiga para passar o tempo, ela começa a lembrar de um amor de 2 meses e o quanto foi bom, e o quanto poderia ser e ai começa a relembrar o passado, fica parecendo letra de musica de Caubi Peixoto e Ângela Maria (conceição eu me lembro muito bem...) ótimo para quem gosta de tal sofrimento, e triste para quem tem que ouvir (por mais amigo que seja) nestas horas cabe lembrar que amigos são pra vida toda, os amores nem sempre (melhor eu mandar a minha amiga receber um exu Chacrinha )(Abelardo Barbosa está com tudo e não está prosa...) viu como tudo tem um momento nostálgico? Chacrinha (já lembro da Grethen e Rita Cadilak) enfim melhor evitar tais momentos. Nisto inclui família outro mal necessário, mas só você sabe o quanto foi condenado a conviver com eles! Geralmente estes processos nostálgicos se dão em reunião familiar, quando não tem o prazer de tirar aquela foto de 600 a.c e contar toda historia genética e falar daquelas tias que nem sabemos da existência quem dirá do grau de parentesco. Ou então quando chega alguém ou algum parente e diz hei somos parentes, nesta hora ou a gente corre ou então liga para a policia e diz que esta sendo assediado moralmente (vale lembrar que é parente e somos condenados a eles), mas já que somos condenados não custa nada manda-los passar umas férias bem longe da gente! O pior é quando a prole só aumenta, tem hora que tenho vontade de perguntar se eles querem mesmo perpetuar a espécie! Imagina aquele pobre rebento chegando ao mundo e tendo que conviver com tamanha atrocidade (quando não são primos chatos, são as tias fofoqueiras ou os avós babões) não posso falar dos meus que morriam e morreriam por minha causa! Momento nostálgico é maravilhoso, quando chora por amigos, amores mal resolvidos, uma festa que você vai e nunca mais esquece, daquela viagem que foi programada com todo amor e nunca mais sai da cabeça, os barracos que já demos ou então que escutamos, daquela roupa que compramos e que vestimos uma só vez., dos bailes de formatura (ah estes chegam a dar nos nervos tamanha a nostalgia) estes momentos tem um ar de cumplicidade com o nosso ego que chega a doer. Às vezes quando me falam que querem reunir a turma penso logo em uma desculpa, já pensou encontrar gente que você não vê alguns anos? Nestas horas a gente nem sabe como se portar e o pior é que estas pessoas geralmente vêm acompanhadas com um dom e lembram do seu passado mais do que você. Quer coisa pior? Por mais estranho que pareça nostalgia acaba virando remédio homeopático com doses de tortura interminaveis,aplicado a contra gotas!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Mulheres de hoje: As pin up modernas!


Quem nunca sonhou com aquelas secretárias das décadas de 1940 e 1950? Ou, pelo menos, em fingir ser uma delas? Para quem ainda vive em Marte e não sabe o que é uma pin-up, o conceito era simples: elas faziam a linha donas de casa perfeitas, secretárias submissas, telefonistas sorridentes e enfermeiras dedicadas. Tudo isso enquanto panfletavam latas de sopa industrializada e exibiam cozinhas maravilhosas — e não, não estou falando da finada Ofélia. Na realidade, eram garotas de calendário: o mais próximo que a sociedade puritana chegava de uma mulher nua, contanto que ela estivesse comportada e sorrindo. Essas eram as pin-ups.E não pense que estamos longe dessa realidade idílica. Hoje, as mulheres fazem tudo isso e mais um pouco: viraram apresentadoras de TV, desfilam para grifes europeias e posam nuas com o ego devidamente inflado. Quer algo mais fantástico? A mulher moderna frequenta aulas de etiqueta, cria filhos, limpa a casa, trabalha fora e ainda arruma tempo para a caridade. De quebra, são seguidoras fiéis de instituições patriarcais e machistas, sacrificando-se uma ou duas vezes por semana para tomar chá na casa da amiga doente — tudo, claro, para manter as aparências e acompanhar o status do marido.Nem a Mulher-Maravilha faria tal proeza, mesmo com superpoderes e aquele chicote da verdade. E detalhe: a mulher moderna faz tudo isso equilibrando-se por oito horas diárias em um escarpim com salto agulha assassino. Isso sim é ser uma verdadeira mulher, ou melhor, a evolução darwiniana de uma pin-up! E, milagrosamente, ainda sobra tempo na agenda para menstruar, sofrer, ir ao ginecologista, abastecer a despensa do mercado e manter uma vida social badaladíssima. Sem esquecer, óbvio, da visita obrigatória à sogra ou à mãe, e do batistério semanal no salão para retocar o cabelo e a unha — afinal, a vida social exige essa camuflagem.É claro que mulheres que vivem nesse liquidificador existencial ganham o direito divino de habitar a TPM eterna, de serem frias quando convém e de amarem menos do que deveriam. Elas choram baldes, sentem-se carentes e, às vezes, um lixo completo como mulheres.Por isso, homens, um aviso de utilidade pública: ao tentarem capturar uma pin-up moderna para a sua coleção, sejam inteligentes. Primeiro, fiquem ricos. Mas ricos de verdade, nível herdeiro ou investidor de risco. Escarpim italiano custa um rim, e a bolsa da Louis Vuitton drena o outro. Levar os catarrentos à escola gasta gasolina premium, e o salão de beleza cobra o preço de uma pequena reforma residencial. Por acaso os senhores fazem ideia de quanto custa um reflexo bem feito no cabelo e uma unha de porcelana legítima? Spoiler: custa dinheiro.Aliás, aceitem que o amor custa caro. Cuidar custa caro. E vamos combinar: ter uma mulher dessas em casa — escovada, perfumada, impecável e deliciosamente prendada — exige um investimento de alto risco. Mas fiquem tranquilos: é satisfação garantida ou seu dinheiro de volta. Tudo isso devidamente registrado em cartório, com vinte testemunhas e firma reconhecida na delegacia. Porque se a boneca em questão sofrer qualquer dano moral, estético ou psicológico, a conta será julgada perante um juiz de direito. E, convenhamos, o ego feminino é muito mais implacável, frio e justiceiro do que qualquer código penal existente neste país — ou no resto do mundo

"De Um a Cem que importância tem?"


Está para nascer algo mais ridículo e previsível do que a fixação da sociedade pelo raio da idade. Seja em uma mesa de bar com amigos ou no balcão gelado de uma repartição pública, o assunto é sempre o mesmo. Parece existir um fetiche coletivo em tentar aniquilar a sanidade da maioria dos seres vivos dessa selva humana com base em um único dado: o ano de fabricação da pessoa. Já perceberam o quão degradante é ter que ficar repetindo quantos anos você tem?O pior é que a humanidade insiste nessa crueldade com uma naturalidade assustadora. Eles olham na sua cara e dizem, com a maior cara de pau do mundo: “Ué, que mal tem isso? Eu conto a minha tranquilamente!”. Parabéns para essas almas evoluídas, corajosas e iluminadas que assumem a idade com orgulho. Mas, para os fiscais da vida alheia que fazem a pergunta, o Congresso deveria votar urgentemente uma lei prevendo pena de morte ou, no mínimo, o exílio imediato para o Afeganistão ou a Faixa de Gaza.Perguntar a idade de alguém, além de ser um constrangimento público, é uma grave falta de educação — para não dizer um descaso absoluto com a dignidade humana. O tempo vivido importa apenas para quem o carrega, e para mais ninguém!A hipocrisia atinge o ápice quando mandam aquele elogio falso: “Nossa, mas você nem aparenta!”. No fundo, bem lá no fundo, a criatura está dando gargalhadas internas de alegria por ser mais nova, ou pensando que você está derradeiramente acabado e que o elogio é pura caridade.O duplo padrão social também é uma piada de mau gosto. Feliz do homem que assume os cabelos brancos: vira imediatamente "charmoso", "elegante" e "maduro". Já a mulher que decide deixar os fios naturais é condenada pelo tribunal social ao visual "Dona Benta", sentenciada a sentar em uma cadeira de balanço e tricotar até o fim da eternidade. Pintar as mechas não é esconder o tempo; é vaidade básica. Ficar careca não é atestado de velhice; é estilo de comportamento.Conheço gente que esconde tanto a idade que a própria mãe já esqueceu o dia do parto. Também já vi relacionamentos sólidos desmoronarem pelo simples peso de um número no RG. Dramático? Não. Realidade pura.Quando algum sem-noção tenta puxar esse assunto comigo, seja um burocrata do Estado ou um conhecido sem filtro, minha resposta é padrão: “Para que você quer saber a minha data de nascimento se não vai me mandar nem um cartão de aniversário?”.Aliás, no dia do meu aniversário, adoto um protocolo de sobrevivência infalível: tomo um Valium 5 mg — porque a indústria farmacêutica é a única que nos entende —, desligo o telefone e me tranco em casa. O recado na minha secretária eletrônica é curto e grosso: “Fomos abduzidos por naves espaciais e não há previsão de retorno”.Se você faz tanta questão de revirar o passado e comentar sobre a idade, aqui vai uma dica de ouro: reúna seus amigos — de preferência todos com o mesmo nível de desgaste cronológico —, escutem músicas da época, usem roupas antigas e debatam sobre as subcelebridades do século passado. Mas façam isso trancados, para que ninguém de fora presencie tamanha promiscuidade mental. Para garantir o sigilo, terminem a noite com um pacto de sangue. Ou melhor, um pacto de morte: ninguém sai vivo da casa, exceto você.Quer coisa melhor do que o seu segredo garantido e o seu sucesso de volta? Coisas assim, nem o Mastercard compra.

terça-feira, 29 de julho de 2008

"Paixão uma tragedia em três atos"!


A paixão é um atragedia divida em três atos: drama mexicano misturado com tragédia grega e concluído com musicas sertanejas.
Há quem não aprove tal momento do ser humano, mas também a aquelas pessoas que vivenciam isto tão intensamente que é de dar nos nervos. Acabando assim irritante pacas.
Bom mas como não apaixonar perdidamente por alguém apaixonante? E se apaixonar que medidas tomarem? E se só uma pessoa se apaixona?
Para tal remédio só mesmo ouvindo musica sertaneja e chorando em uma cachaçaria, pelo menos vai se tornar Chic. Chorar em qualquer lugar pode virar motivo de aborrecimentos ou então uma verdadeira reunião de fofocas pra curiosos. Mas como apaixonar é literalmente cafona, preste muita atenção:
Nunca se apaixone por pessoas erradas (vale nestas horas saber se é casado pai ou mãe de família)
Nunca fale para o ser amado (neste caso o apaixonante) que esta apaixonada por ele, pode ser que ele te de um fora da maneira mais educado daí quero ver sua cara.
Nunca de encima descarada mente, estas pessoas tem o dom de fazer a gente se sentir um lixo.
Nunca, mas nunca mesmo conte pra alguém isso só vai aumentar o sofrimento, estas pessoas tem o dom de nos dar conselhos e assim derrubar ainda mais a nossa auto estima.
Para finalizar tal destempero humano, resolva de maneira mais democrática. Se enfurne em casa, de pijamas o dia inteiro, veja novelas de dramalhão mexicano, aquelas do SBT, e leia livros de tragédia grega (quer uma dica?) (A vida de Édipo e Geocasta, melhor impossível) e escute musica sertaneja embaixo do chuveiro com a luz apagada e cantando todo o repertorio! Se depois de tamanha crueldade com sua pessoa você ainda continuar apaixonada, então meu amor faça uma fezinha com santo Antonio, São José, ou seu santo de preferência.
Porque se não for nesta encarnação esqueça, só na próxima e ainda correndo o risco de ter que começar tudo de novo! Ou então virar personagem central de livros de Zibia Gaspareto!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

"Mucadim de cada coisa"


Bom! Enfim me rendo ao mundo tecnológico.
Depois de dias semanas e meses, preparando o inverno cultural de campos Gerais, descobri algumas peculiaridades mineiras, uma delas a qual escuto quase todos os dias é uma palavra, que para alguns deve ser um erro gramatical, para outros uma cacofonia, mas para mim... Um verdadeiro mercado livre: “Mucadim de cada coisa”, esta foi à expressão que ouvi, quando referiram ao inverno cultural.
Tendo assim o meu aval para usar esta “expressão” e criar um blog!
Pensando bem, deve ser isso mesmo um grande armazém com tudo dentro. Tudo que envolva expressividade humana com etiqueta contemporânea. Não tenho a mínima noção do que isso possa virar, mas de uma coisa tenho certeza será tão divertido quanto imagino.
É como misturar tudo em um liquidificar bater e levar ao forno para assar, na verdade nem eu sei no que pode virar isto, mas não custa tentar!
No Maximo que podemos ter é um desencontro cultural ou uma referencia dela, sendo assim mais ecléticos e totalmente interativos e contemporâneos.
Ou quem sabe até “Mucadim de cada coisa”